2 de setembro de 2015

GRUPO ACADEMICKOS TERESINA PIAUI = FORTALEZA CEARÁ DE MATRICULAS ABERTAS PARA OS SEGUINTES CURSOS.



GRUPO ACADEMICKOS

 TERESINA PIAUI = 

FORTALEZA CEARÁ

 DE MATRICULAS ABERTAS


 PARA OS SEGUINTES CURSOS.

 





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31 de agosto de 2015

REBECA - TRABALHADORA, GENEROSA E USADA POR DEUS PARA REALIZAR SEUS PROPÓSITOS

REBECA - TRABALHADORA, GENEROSA E USADA POR DEUS PARA REALIZAR SEUS PROPÓSITOS





"E disse: Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, dá-me hoje bom encontro, e faze beneficência ao meu senhor Abraão! Eis que eu estou em pé junto à fonte de água e as filhas dos homens desta cidade saem para tirar água; Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o seu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor" (Gênesis 24:12-14).




Esta foi a oração do servo de Abraão, Eliezer, quando já se encontrava nos arredores da cidade de Naor. Esta era uma oração de quem estava necessitando da ajuda de Deus. Era uma oração onde ele não pedia que o Senhor mostrasse a ele uma mulher perfeita, bonita mas uma mulher que fosse piedosa e que Ele (Deus) estivesse preparando para Isaque, filho do seu senhor Abraão.
Esta é a oração que deveríamos fazer em favor de nossos filhos. Que o Senhor coloque na vida deles pessoas crentes, piedosas, bondosas, compassivas, fiéis e de beleza interior sem igual. Que os atributos de uma mulher ou de um homem de Deus, encontrados em 1 Pedro 3:3-4, façam parte da vida daqueles que almejamos para nossos filhos... "O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus."
Ah, irmã, é este tipo de mulher que quero para meus filhos!

O Senhor ouviu a oração de Eliezer e encaminhou Rebeca para junto dele. Ele viu que o Senhor respondeu a sua oração quando...
1- Ele viu Rebeca "... com seu cântaro sobre o seu ombro" (Gênesis 24:15) vindo em direção ao poço para apanhar água. Certamente, ele percebeu que ela era uma jovemtrabalhadodra e que não media esforços para abastecer a sua casa da água que todos precisavam.

Você é o tipo de mulher que arregaça as mangas e pega no pesado? Ou você acha que este tipo de trabalho não é para você?
Sabe de uma coisa, irmã? Deus elogia a mulher que "cinge os seus lombos de força e fortalece os seus braços" (Provérbios 31:17) e Ele ainda diz que "a força e a honra são seu vestido..." (Provérbios 31:25).
Rebeca era trabalhadora e, portanto admirada por Deus.
Eliezer percebeu esta qualidade nela quando...

2- Ele pediu água a Rebeca "e ela disse: Bebe, meu Senhor" (Gênesis 24:18). E vendo ela os dez camelos que estavam com ele, ainda disse: "Tirarei também água para os teus camelos até que acabem de beber" (Gênesis 24:19).
Certamente, naquele momento, o servo de Abraão percebeu uma outra qualidade desta bela mulher de Deus... ela gostava de servir, era bondosa e tinha um coração cheio de amor pelo próximo.
Que atributos perfeitos para uma mulher que deseja ser admirada pelo Senhor! Se eu quero ser admirada pelo Senhor, tenho que começar "agora" a seguir os mesmos passos de Rebeca, tenho que ser uma mulher sensível às necessidades do meu próximo e procurar fazer tudo além do que é preciso.

3- Ele, então perguntou a ela: "De quem és filha?" (Provérbios 24:23) e ela respondeu: "Eu sou a filha de Betuel, filho de Milca, o qual ela deu a Naor" (Sara, mãe de Isaque, era tia-avó de Rebeca).
Tudo estava acontecendo dentro do plano perfeito de Deus para as vidas de Rebeca e Isaque.

Amada irmã, quando estamos caminhando com Deus lado a lado, quando estamos tendo comunhão diária com Ele, lendo a Sua Palavra, orando e, principalmente, seguindo os ensinamentos da Bíblia, então o Seu plano para a nossa vida se realiza e sentimos que Ele está no controle de tudo, nos abençoando.

4- Ele disse: "... Há também em casa de teu pai lugar para nós pousarmos?" E ela, amorosamente e com um espírito hospitaleiro (ele, certamente, percebeu este outro atributo que ela possuía) disse: "Também temos palha e muito pasto, e lugar para passar a noite" (Gênesis 24:25).

E a Bíblia nos diz que depois de tudo isto, ele "... inclinou-se... e adorou ao Senhor" (Gênesis 24:26).

"Um lar cristão é o mais belo retrato terreno do céu e um refúgio para a nossa sociedade cansada e estressada" (Elizabeth George).

Quantas mulheres hospitaleiras o Senhor nos apresenta na Sua Palavra! Dentre tantas que abriram suas portas para acolher homens de Deus destacamos...

1- Rebeca - amorosa e trabalhadora, hospedou em sua casa Eliezer, servo de Abraão.
2- Sunamita - generosa e piedosa, hospedou em sua casa Eliseu, um profeta de Deus.
3- A viúva de Sarepta - cheia de fé e muito hospitaleira, hospedou em sua casa Elias, um profeta de Deus.
4- Marta - trabalhadora, ativa e determinada, hospedou em sua casa Jesus e Seus discípulos.
5- Maria - cheia de fé e piedosa, hospedou em sua casa Jesus e Seus discípulos.
6- Lídia - batalhadora, evangelista, hospedou em sua casa o apostolo Paulo.

Que nós, como mulheres de Deus, possamos seguir os passos da hospitalidade que estas mulheres seguiram. Sejamos hospitaleiras!
Quantos homens ou mulheres de Deus você já hospedou em sua casa? Irmã, não espere que apareça um dinheirinho extra para você comprar toalhas novas, lençóis novos, mudar o conjunto da sala de visita... para você convidar alguém para a sua casa. Lembra da viúva que só tinha um pouco de azeite e um pouco de farinha para fazer o último bolo para ela e seu filho? E, mesmo assim, ela não se incomodou de ter em sua casa o profeta de Deus dando a ele aquela última porção de comida. Assim como Deus a abençoou, fazendo com que o azeite e a farinha se multiplicassem, Ele também a abençoará quando você tiver este mesmo espírito de hospitalidade.

Pela fé, Rebeca viajou 800 km com o servo de Abraão para se encontrar com Isaque, aquele que ela nunca vira mas que iria ser tornar o seu esposo. Ela não o conhecia mas sabia que o Senhor o preparara para ela.
Podemos imaginar o momento do encontro. Aqueles doces momentos do primeiro encontro com aquela pessoa especial que iria ser seu marido. Era um presente que o Senhor estava dando a ela. Ela estava feliz! A Bíblia nos diz que "... Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebeca, e foi-lhe por mulher..." (Gênesis 24:67).

Assim como Rebeca que deixou a sua família para unir-se a Isaque, nós também devemos deixar nossa família e acompanhar nosso marido para onde quer que ele vá. Lembremos que, depois de Deus, a pessoa mais importante da nossa vida é nosso marido. Devemos continuar amando nossos pais, cuidando deles mas nunca devemos colocá-los (como prioridade) na frente do nosso esposo.

Apesar de Rebeca ser feliz no casamento e ser uma verdadeira mulher de Deus, ela teve que enfrentar momentos difíceis em sua vida mas venceu a todos por causa da sua fé. Vários foram estes momentos mas destaquemos alguns...

1- Ter que se separar das pessoas que amava quando partiu para Canaâ, foi muito difícil para ela.
Ela partiu para esta terra distante sabendo que nunca mais veria nem seus pais nem seus irmãos mas, pela fé, ela conseguiu superar estes momentos.

2- Rebeca sabia que o que existia de pior em um casamento era o período de adaptação. Também pela fé, ela conseguiu se adaptar à vida de casada e era muito feliz.

3- Ela teve que passar vinte longos anos sem ter filhos. Ela era estéril e isto a deixava preocupada e angustiada. Mas ela decidiu levar as suas preocupações até o altar do Senhor e Ele ouviu a sua oração e, pela fé, ela ganhou do Senhor dois filhos gêmeos - Esaú e Jacó.

Apesar de tantos momentos de tribulação, Rebeca sabia que o Senhor a amava e queria que ela fizesse parte do Seu povo e de Suas promessas.
Ela confiou no Senhor e sabia que Ele estava com ela nos bons e maus momentos de sua vida.
Rebeca foi uma mulher trabalhadora, generosa e usada por Deus para realizar Seus propósitos.

Valdenira Nunes de Menezes Silva

A LIÇÃO DE DOMINGO 30.08.2015 NA IGREJA ASSEMBLÉIA DE DEUS DO JARDIM DAS OLIVEIRAS. LUCAS.7.36.\50

MULHER PECADORA - A QUE REGOU OS PÉS DE JESUS COM SUAS LÁGRIMAS



"E disse-lhe a ela: Os teus pecados te são perdoados" (Lucas 7:48).



Hoje, vamos conhecer mais uma mulher da Bíblia que teve o privilégio de ter diante de si o próprio Deus. Ela era uma mulher pecadora assim como eu e você somos. Possivelmente, ela era uma adúltera ou prostituta, não sabemos. Mas sabemos que Deus odeia o pecado e, para Ele, não existe nem pecadinho nem pecadão. Todo pecado, o pequeno ou o grande, é pecado inaceitável por Ele que é um Deus santo.
Se pudéssemos colocar a mulher pecadora de um lado de uma balança e eu ou você (também mulheres pecadoras) do outro lado, certamente, teríamos o mesmo peso. Para Deus os pecados da mulher pecadora pesariam tanto quanto os meus ou os seus.
Sabemos que ela tinha em seus ombros uma vida cheia de pecados. Naquele instante em que Jesus se encontrava na casa de Simão, um fariseu, que O havia convidado para comer com ele, ela, ao saber que Ele estava ali, entrou na sala trazendo em suas mãos um vaso de alabastro com ungüento. O ungüento era uma espécie de pasta que se aplicava na pele, se derretia com o calor do corpo e se transformava em um perfume agradável. Ele era preparado "por perfumistas, ou por um sacerdote, ou por indivíduos particulares, usando uma grande variedade de substâncias aromáticas" (Novo Dicionário da Bíblia).

Sabemos que reis eram ungidos com ungüento perfumado com mirra. O ungüento era guardado em vasos de alabastro e, assim como o vinho, quanto mais velho melhor e mais caro.
1- Samuel ungiu Saul ...
"Então tomou Samuel um vaso de azeite e lho derramou sobre a cabeça..." (1 Samuel 10:1).

2- Elias ungiu a Jeú ,,,
"E toma o vaso de azeite, e derrama-o sobre sua cabeça, e dize: Ungi-te rei sobre Israel" (2 Reis 9:3).

3- Joiada ungiu a Joás ...
"Então Joiada fez sair o filho do rei e lhe pôs a coroa, e lhe deu o testemunho; e o fizeram rei, e o ungiram" (2 Reis 11:12).

A mulher pecadora passou por cima de todo e qualquer tipo de convenção quando entrou naquela casa cheia de fariseus e de pessoas que queriam ouvir Jesus. Um fariseu jamais receberia uma pecadora em sua casa mas ela, corajosamente, entrou na casa de Jairo trazendo com ela um vaso de alabastro cheio de ungüento. Chegando até onde Jesus estava. ela "... começou a regar-lhe os pés com lágrimas, e enxugava-lhos com os cabelos da sua cabeça; e beijava-lhe os pés, e ungia-lhos com o ungüento" (Lucas 7:38).
O que mais perturbou o dono da casa não foi tanto a presença dela mas, principalmente, aquilo que ela fez. Ele, realmente, deixou transparecer revolta, e uma grande perturbação. Não sabemos se por ela está usando em Jesus o ungüento que era tão caro ou porque não achava Jesus digno de ser ungido assim como eram os reis. Jesus, que é Deus, onisciente, com certeza conhecia o coração de Jairo e sabia o porquê da sua revolta.

Apesar das mulheres do tempo de Jesus usarem cabelos presos, esta mulher não se importou com o que iriam dizer mas, com os próprios cabelos, que estavam soltos, enxugou os pés do nosso Senhor.

Ah, amada irmã, que mulher corajosa! Não sei que tipo de sentimento eu experimentaria se visse diante de mim o próprio Deus. Não sei se teria coragem de agir como ela agiu ou se, covardemente, me esconderia e deixaria passar esta oportunidade de demonstrar o meu amor por Aquele que me amou primeiro.

Será que por amor ao meu Salvador eu enfrentaria a censura das pessoas?
É este tipo de amor e coragem que sei que devo ter, independente do que os outros vão pensar ou dizer de mim.
É este tipo de amor e sentimento que sei que devo ter quando tenho que obedecer ao "ide" de Deus para falar do Seu grande amor por mim, uma pecadora tão cheia de pecado quanto a "mulher pecadora".
É este tipo de amor e coragem que sei que devo ter mostrando ao mundo ímpio o privilégio que tenho de ser uma verdadeira cristã que aceitou o Deus que
 fez todas as coisas e "sem Ele nada do que foi feito se fez" (João 1:3b).

"Obrigada, Senhor, porque me amaste do jeito que eu era ... cheia de pecados, amante das coisas do mundo e bem longe de Ti.
Obrigada porque olhaste para mim vendo como eu seria no futuro ... uma pecadora remida através do Teu sangue.
Obrigada porque encontrei o céu através do Teu grande amor por mim na cruz do Calvário.
Obrigada porque abriste meus olhos e só assim vi a necessidade de perdão dos meus pecados.
Trabalhe, ó Senhor, no meu coração para que eu me transforme numa mulher corajosa e ousada assim como a mulher pecadora..
Que eu não haja, Senhor, como aquele fariseu que criticou a mulher pecadora sem antes olhar para os seus próprios pecados.
Que mesmo sabendo que todos os meus pecados já estão perdoados, eu tenha o mesmo espírito da mulher pecadora quando foi se encontrar com Teu Filho ... um espírito humilde mas corajoso, cheio de paixão e amor por Ti.
Amém!"
A Bíblia deixa o nosso coração cheio de certeza do perdão de Deus. É, realmente, um bálsamo para a nossa alma palavras como estas ...

"Prevalecem as iniqüidades contra mim; porém tu limpas as nossas transgressões" 
(Salmo 65:3).

"A este dão testemunho todos os profetas, de que todos os que nele crêem receberão o perdão dos pecados pelo seu nome" (Atos 10:43).

"O qual nos tirou da potestade das trevas, e nos transportou para o reino do Filho do seu amor; Em quem temos a redenção pelo seu sangue, a saber, a remissão dos pecados"(Colossenses 13-14).

"Novamente, Senhor, quero Te louvar pelo amor que tens por mim, perdoando os meus inúmeros pecados assim como Jesus perdoou os pecados da mulher pecadora.
Afasta de mim, ó Deus, qualquer tendência que eu possa ter de julgar os outros. Mas que eu possa ter compaixão daqueles que estão em pecado.
Afasta de mim o orgulho, a arrogância para que, assim, eu possa viver de forma que somente Tu sejas glorificado. Que o meu alvo seja obedecer e seguir, sempre, a Tua Palavra.
Senhor, obrigada pela certeza de que, enquanto estiver aqui na terra, seguindo os passos de Jesus e sentando-me a Seus pés, estarei aprendendo dEle e vivendo do modo que Te apraz.
Em nome de Jesus ...
Amém!
Amada irmã, quando vejo o próprio Deus me dizendo ... "Eu, Eu mesmo, sou  o que apaga as tuas transgressões por amor de Mim, e dos teus pecados não Me lembro" (Isaías 43:25), faço a mim mesma a seguinte pergunta: Deus me perdoa para o Seu próprio bem? Para o Seu próprio bem? Eu pensei que quando Deus me perdoava isto seria para o meu bem. Não existe, irmã, maior amor do que este.

Obrigada, Senhor!

A construção de Jesus — Uma leitura narrativa de Lucas 7, 36-50

José Tolentino Mendonça publicou em livro a dissertação doutoral que aborda uma parte do evangelho do décimo primeiro domingo (Ano C): «A construção de Jesus. Uma leitura narrativa de Lucas 7, 36-50»,Assírio e Alvim, Lisboa 2004. 
Apresentamos alguns apontamentos sobre os personagens (retirados das páginas 86 a 94): um dos fariseus de nome Simão, Jesus, a intrusa inominada, os comensais.



Um dos fariseus de nome Simão

A informação inicial que a narrativa nos presta sobre o personagem é que se trata de um dos fariseus.
Os fariseus surgem na narrativa evangélica já no capítulo 5, ao lado dos doutores da Lei, e vão-se desenhando como um bloco oponente a Jesus.
Mas alguns elementos do texto lucano sugerem também uma proximidade entre Jesus e os fariseus, pelo menos maior do que a que se pode observar em Marcos ou Mateus. Os pastos com os fariseus (Lucas 7, 36-50; 11, 37-54; 14, 1-24) estão ausentes dos outros Sinópticos, e esses, se tivermos em conta o significado concedido pelo movimento farisaico às refeições, representam, no mínimo, que eles aceitavam os contactos com Jesus e tinham para com ele curiosidade e atenções.
Normalmente os fariseus deslocavam-se ao campo de Jesus, fosse lugar público do ensinamento (Lucas 5, 17); a casa de Levi (5, 30); as plantações (6, 2) ou a sinagoga (6, 7). Este fariseu estabelece um movimento contrário, permitindo que Jesus penetre no seu território. Segue, depois, atentamente a peripécia protagonizada pela pecadora, que se intromete na refeição que ele promove. Formula aí um juízo de distanciamento, instalando-se, porém, numa duplicidade pragmática: se no seu interior já julgou Jesus por causa da mulher, no seu registo exterior continua impávido. A imagem do personagem costura-se assim de uma ambiguidade: não expõe traços hostis (mesmo depois do acontecido trata Jesus por 'mestre'; intervém quando solicitado por Jesus), mas também já sabe que, perante os dados de que parte, não pode aderir ao seu hóspede.
Dá-se uma reviravolta na narrativa quando Jesus toma a palavra e revela a verdade profunda do fariseu, a começar pela do seu nome, Simão (versículo 40), informação que, até aqui, não tinha sido referida. No paralelo estabelecido entre ele e a mulher pecadora, Jesus faz saber que o silêncio do fariseu, a sua abstenção de gestos não são atitudes ordinárias ou insignificantes, mas correspondem a uma estratégia de resguardo face a Jesus e que essa estratégia está equivocada, pois assenta em premissas que o próprio raconto se encarregará de relativizar.



Jesus

Em 7, 36-50, o personagem Jesus é verdadeiramente o centro da narração, uma espécie de íman que faz confluir em si todos os eixos factuais. Se os outros dois personagens, o fariseu e a mulher, alternam um tempo de exposição com um tempo de sombra (nos versículos 37-38 a mulher está exposta e o fariseu está na sombra; nos versículos 40-42 está ausente a mulher e o fariseu presente), Jesus, directa ou indirectamente, atravessa todos os momentos do episódio. A sua entrada em casa do fariseu assinala o início da acção. Ele é o motivo declarado da vinda inusitada da mulher pecadora àquele lugar e é o alvo exclusivo da acção que ela desempenha. A sua passividade provoca o fariseu, que discorre não sobre a mulher, mas sobre a identidade do seu convidado. Jesus é um personagem omnisciente. Para os outros personagens as informações chegam-nos através do narrador. Jesus, porém, inaugura o discurso directo e responde em alta voz ao que os outros personagens calam.
O fariseu, por exemplo, fica prisioneiro das premissas iniciais para o seu julgamento da realidade. Jesus não julga apenas os factos, possibilita também a sua transformação. O seu espaço de intervenção é o mais amplo: ele conhece elementos que os outros personagens ignoram, conta uma história que, aparentemente, se subtrai ao contexto, mas que afinal o encena, contorna os obstáculos que aprisionam a situação e recria, de novo, uma possibilidade para o imprevisto. Retorna ao passado da narração e desvela um significado que abala o presente. Explica. Resolve. A verdade é revelada progressivamente não pelo narrador ou por outro personagem, mas pelo próprio Jesus.
Que Jesus fosse considerado um mestre, isso não despertava oposições. Jesus é frequentemente interpelado a partir do papel social de mestre que lhe era reconhecido tanto pelos mediadores oficiais do judaísmo do seu tempo. 
O nó do problema é outro, contudo, como nos permite pensar o raconto. A primeira questão que se colocava sobre Jesus era a de saber se ele era um profeta (versículo 39). Mas no quadro final, ao versículo 49, os comensais já estão preocupados com outra realidade: «Quem é este que até perdoa pecados?». Entre as duas questões há uma desproporção semântica que mostra como, na sua brevidade, o texto nos conduziu a um patamar realmente novo. Porque uma coisa é ser um profeta, houve tantos na tradição de Israel, outra é reclamar o poder do perdão dos pecados.
Esta história lucana reflecte o mistério da inter-relação de Deus e Jesus para definir, a partir daí, a identidade daquele hóspede. Ele é, de facto, o protagonista do episódio. A luz que o texto transporta é para que o possamos ver melhor.



A intrusa inominada

Um personagem feminino. O terceiro Evangelho é aquele que guarda mais relatos de mulheres: é, por exemplo, o único que conta a história de Isabel (1, 5-25), Maria (1, 26-56), Ana (2, 36-38), a viúva de Naim (7, 11-17), Maria Madalena, Joana, Susana e as outras mulheres que seguiam Jesus (8, 1-3), Marta e Maria (10, 38-42), a mulher encurvada (13, 10-17), a mulher que procura a moeda perdida (15, 8-10), a viúva insistente (18, 1-8) e as mulheres de Jerusalém que choram atrás da cruz (23, 27-31). Para lá daquelas mulheres cuja referência partilha com os outros Sinópticos. Para um leitor de Lucas não é, portanto, estranho que uma mulher acorra à procura de Jesus. O encontro com mulheres pontua o caminho de Jesus. E à partida sabe-se que muitas acolhiam a mensagem e a pessoa de Jesus. O aparecimento de uma mulher acaba sempre por trazer um elemento positivo à narração.
O primeiro dado inesperado, por parte do narrador, é o modo como apresenta a mulher: «uma pecadora». Isto é tanto mais espantoso, quando sabemos que Lucas não caracteriza moralmente outros personagens. E, precisamente em relação aos pecadores, ele distingue-se por uma grande delicadeza, feita de silêncio e reserva. Embora alguns comentadores digam tratar-se de uma prostituta isso não nos é referido por Lucas. Afirma-se simplesmente que era uma pecadora da cidade (versículo 37), e tal é reiterado pelo próprio fariseu (versículo 39).
A mulher irrompe pela narrativa. A sua presença não tem, como no caso anterior, a legitimidade de um convite formulado. Nem ela surge por si, mas porque Jesus se encontra à mesa do fariseu. É, portanto, desde o início, um personagem que se coloca na órbita de outro e assume essa dependência.
Uma justificação que o narrador subtilmente avança para a entrada da mulher deve ler-se no destaque concedido ao alabastro, com perfume, que ela traz: por um lado, o objecto oferece à mulher um motivo, uma função; e, por outro, empresta uma espécie de ingrediente novo e específico à narrativa.
Basta comparar 7, 36-50 com 11, 37-54 e 14, 1-24 que mostram sobretudo como Jesus reage às abluções, às disputas dos lugares ou à lógica retributiva que presidia à organização dos banquetes. O perfume como que fornece o móbil que depois a própria trama se encarregará de intrincar: a qualidade do acolhimento a Jesus.
A mulher entra e sai em silêncio, mas o leitor sente que a sua passagem se revestiu de uma eloquência ímpar. Em vez de palavras ela utilizou uma linguagem plástica, talvez mais contundente que a verbal. Representou, como actriz solitária, no palco da casa do fariseu, o seu monólogo ferido: com o seu pranto prolongado, os cabelos a arrastar-se pelo chão do hóspede, numa coreografia humilde e lancinante, os beijos e o perfume que mais ninguém ali teve a preocupação de ofertar a Jesus. A qualidade penitencial do personagem é testemunhada pelo território simbólico em que ela opera, os pés de Jesus, sete vezes referidos, e pela convulsão da sua figura (pois «desatar o seu cabelo em presença do homem era considerado, para uma mulher, uma grande desonra»).
A inominada não cumpre os rituais de hospitalidade ao serviço da casa do fariseu. Em relação ao fariseu ela é uma intrusa, e não uma associada. O seu nexo é com Jesusos seus gestos, tão distantes, na sua emotividade, daquela delicada indiferença que se requer a quem habitualmente presta, aos hóspedes, esse serviço, são interpretados por Jesus como uma forma de acolhimento na fé: por isso, de pecadora a mulher passará a perdoada. E a transformação do estatuto da mulher derrama um perfume novo não só na perícope, mas pelo próprio Evangelho.
A mulher é a personagem-adjuvante: torna-se o objecto da acção transformadora de Jesus e a sua transformação é colocada ao serviço da revelação de Jesus.



Os comensais

Enquanto os três primeiros personagens que referimos são, evidentemente, protagonistas da narração, construídos com uma primorosa complexidade que visa reforçá-los no seu estatuto de figuras individuais, no final do episódio irrompe este personagem colectivo. Os comensais acompanham supostamente toda a acção, mas sem intervir. Percebemos assim que o convite que o fariseu endereçou a Jesus não foi para uma refeição privada, mas para um repasto na companhia de outras pessoas, e como é provável, pessoas próximas, que mantinham com o fariseu afinidades sociais e religiosas. Isso torna-se claro, por exemplo, na pergunta retórica que lançam, «quem é este que até perdoa pecados?». Os comensais aparecem como personagens secundários que aparentemente não condicionam o desenrolar da intriga, mas cujo papel se revela chave para a representação da acção.



Para concluir...

 com um apontamento da página 231:
O Evangelho não aposta na apresentação de conclusões acabadas acerca de Jesus: sugere, antes, o caminho silencioso, árduo e paciente das perguntas. De forma insistente, e num propósito claro de envolver o leitor, vai repetindo que o enigma Jesus está e não está resolvido, para que precisamente este interstício se revele como possibilidade de inscrever uma nova demanda. A narrativa evangélica apresenta-se assim como o limiar de uma história aberta, infinita, onde a cristologia nos remete para a eclesiologia, O seu presente é já o inventário do nosso futuro.



© José Tolentino Mendonça
© Assírio e Alvim

29 de agosto de 2015

Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho Unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna.







Porque Deus amou o mundo de tal 

maneira que deu o seu Filho Unigênito,

 para que todo aquele que nele crê não 

pereça, mas tenha a vida eterna. 



16Porque Deus amou o mundo de tal 

maneira que deu o seu Filho Unigênito,


 para que todo aquele que nele crê não

 pereça, mas tenha a vida 

eterna. 17Portanto, Deus enviou o seu

 Filho ao mundo não para condenar o 



mundo, mas para que o mundo fosse 


salvo por meio dele. 










QUE SEJA BEM VINDO A REBECKA ELOÁ A DEUSA DE DEUS" ELOÁ MEU DEUS PORQUE ME ABANDONASTES"

QUE SEJA BEM VINDO A

 REBECKA ELOÁ

 A DEUSA DE DEUS

" ELOÁ MEU DEUS PORQUE ME ABANDONASTES"

Quais foram as sete últimas palavras de Jesus Cristo na cruz e o que significam?



Pergunta: "Quais foram as sete últimas palavras de Jesus Cristo na cruz e o que significam?"

Resposta: Encontre a seguir as sete declarações que Jesus Cristo fez na cruz (não em uma ordem particular):

(1) Mateus 27:46 nos diz que perto da hora nona exclamou Jesus em alta voz, dizendo: “Eli, Eli, lamá sabactâni; isto é, Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste?” Aqui Jesus estava expressando seus sentimentos de abandono por Deus ter colocado os pecados do mundo sobre Ele - e por causa disso, Deus teve que se "virar" contra Jesus. Quando Jesus estava sentindo o peso do pecado, Ele estava passando por uma separação de Deus pela primeira e única vez em toda a eternidade. Este foi também um cumprimento da declaração profética no Salmo 22:1.

(2) "Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem" (Lucas 23:34). Aqueles que crucificaram Jesus não estavam cientes da extensão do que estavam fazendo porque não o reconheceram como o Messias. Sua ignorância da verdade divina não significava que mereciam perdão, e a oração de Cristo mesmo ao meio do seu escárnio é uma expressão da compaixão ilimitada da graça divina.

(3) "Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso" (Lucas 23:43). Nesta declaração, Jesus está assegurando um dos criminosos na cruz de que quando morresse, ele estaria com Jesus no céu. Isso foi concedido porque, mesmo na hora da sua morte, o criminoso tinha expressado sua fé em Jesus, reconhecendo-o pelo que Ele era (Lucas 23:42).

(4) "Pai, nas tuas mãos entrego o meu espírito" (Lucas 23:46). Aqui, Jesus está voluntariamente entregando a sua alma nas mãos do Pai, o que indica que Ele estava prestes a morrer e que Deus tinha aceitado o Seu sacrifício. Ele "se ofereceu a si mesmo imaculado a Deus" (Hebreus 9:14).

(5) "Mulher, eis aí o teu filho!" e "Eis aí tua mãe!" Quando Jesus viu a sua mãe em pé perto da cruz com o apóstolo João, o discípulo a quem amava, Ele confiou os cuidados de sua mãe nas mãos de João. E desde aquela hora, João levou-a à sua própria casa (João 19:26-27). Neste versículo, Jesus, o Filho sempre compassivo, está se assegurando de que sua mãe terrena seria bem cuidada depois de Sua morte.

(6) "Tenho sede" (João 19:28). Jesus está aqui cumprindo a profecia messiânica do Salmo 69:21: "Puseram fel na minha comida e para matar-me a sede deram-me vinagre." Ao dizer que estava com sede, Ele incitou os guardas romanos a darem-Lhe vinagre, o que era habitual em um crucificação, cumprindo assim a profecia.

(7): "Está consumado!" (João 19:30). As últimas palavras de Jesus significavam que o Seu sofrimento tinha acabado e que todo o trabalho que o Seu Pai havia dado-lhe a fazer, ou seja, pregar o evangelho, executar milagres e obter a salvação eterna para o Seu povo, havia sido realizado, cumprido, concretizado. A dívida do pecado havia sido paga.

ELOÁ A ÚLTIMA PALAVRA DE JESUS NA CRUZ.



SEJA BEM VINDA REBECKA ELOÁ A DEUSA DE DEUS

SEJA BEM VINDA



ELOÁ REBECKA

A DEUSA DE DEUS

REBECKA - TRABALHADORA, GENEROSA E USADA POR DEUS PARA REALIZAR SEUS PROPÓSITOS











"E disse: Ó Senhor, Deus de meu senhor Abraão, dá-me hoje bom encontro, e faze beneficência ao meu senhor Abraão! Eis que eu estou em pé junto à fonte de água e as filhas dos homens desta cidade saem para tirar água; Seja, pois, que a donzela, a quem eu disser: Abaixa agora o seu cântaro para que eu beba; e ela disser: Bebe, e também darei de beber aos teus camelos; esta seja a quem designaste ao teu servo Isaque, e que eu conheça nisso que usaste de benevolência com meu senhor" (Gênesis 24:12-14).




Esta foi a oração do servo de Abraão, Eliezer, quando já se encontrava nos arredores da cidade de Naor. Esta era uma oração de quem estava necessitando da ajuda de Deus. Era uma oração onde ele não pedia que o Senhor mostrasse a ele uma mulher perfeita, bonita mas uma mulher que fosse piedosa e que Ele (Deus) estivesse preparando para Isaque, filho do seu senhor Abraão.
Esta é a oração que deveríamos fazer em favor de nossos filhos. Que o Senhor coloque na vida deles pessoas crentes, piedosas, bondosas, compassivas, fiéis e de beleza interior sem igual. Que os atributos de uma mulher ou de um homem de Deus, encontrados em 1 Pedro 3:3-4, façam parte da vida daqueles que almejamos para nossos filhos... "O enfeite delas não seja o exterior, no frisado dos cabelos, no uso de jóias de ouro, na compostura dos vestidos; Mas o homem encoberto no coração; no incorruptível traje de um espírito manso e quieto, que é precioso diante de Deus."Ah, irmã, é este tipo de mulher que quero para meus filhos!

O Senhor ouviu a oração de Eliezer e encaminhou Rebecka para junto dele. Ele viu que o Senhor respondeu a sua oração quando...
1- Ele viu Rebecka "... com seu cântaro sobre o seu ombro" (Gênesis 24:15) vindo em direção ao poço para apanhar água. Certamente, ele percebeu que ela era uma jovemtrabalhadodra e que não media esforços para abastecer a sua casa da água que todos precisavam.

Você é o tipo de mulher que arregaça as mangas e pega no pesado? Ou você acha que este tipo de trabalho não é para você?
Sabe de uma coisa, irmã? Deus elogia a mulher que "cinge os seus lombos de força e fortalece os seus braços" (Provérbios 31:17) e Ele ainda diz que "a força e a honra são seu vestido..." (Provérbios 31:25).
Rebecka era trabalhadora e, portanto admirada por Deus.
Eliezer percebeu esta qualidade nela quando...

2- Ele pediu água a Rebeca "e ela disse: Bebe, meu Senhor" (Gênesis 24:18). E vendo ela os dez camelos que estavam com ele, ainda disse: "Tirarei também água para os teus camelos até que acabem de beber" (Gênesis 24:19).
Certamente, naquele momento, o servo de Abraão percebeu uma outra qualidade desta bela mulher de Deus... ela gostava de servirera bondosa e tinha um coração cheio de amor pelo próximo.
Que atributos perfeitos para uma mulher que deseja ser admirada pelo Senhor! Se eu quero ser admirada pelo Senhor, tenho que começar "agora" a seguir os mesmos passos de Rebeca, tenho que ser uma mulher sensível às necessidades do meu próximo e procurar fazer tudo além do que é preciso.

3- Ele, então perguntou a ela: "De quem és filha?" (Provérbios 24:23) e ela respondeu: "Eu sou a filha de Betuel, filho de Milca, o qual ela deu a Naor" (Sara, mãe de Isaque, era tia-avó de Rebeca).
Tudo estava acontecendo dentro do plano perfeito de Deus para as vidas de Rebeca e Isaque.

Amada irmã, quando estamos caminhando com Deus lado a lado, quando estamos tendo comunhão diária com Ele, lendo a Sua Palavra, orando e, principalmente, seguindo os ensinamentos da Bíblia, então o Seu plano para a nossa vida se realiza e sentimos que Ele está no controle de tudo, nos abençoando.

4- Ele disse: "... Há também em casa de teu pai lugar para nós pousarmos?" E ela, amorosamente e com um espírito hospitaleiro (ele, certamente, percebeu este outro atributo que ela possuía) disse: "Também temos palha e muito pasto, e lugar para passar a noite" (Gênesis 24:25).

E a Bíblia nos diz que depois de tudo isto, ele "... inclinou-se... e adorou ao Senhor" (Gênesis 24:26).

"Um lar cristão é o mais belo retrato terreno do céu e um refúgio para a nossa sociedade cansada e estressada" (Elizabeth George).

Quantas mulheres hospitaleiras o Senhor nos apresenta na Sua Palavra! Dentre tantas que abriram suas portas para acolher homens de Deus destacamos...

1- Rebecka - amorosa e trabalhadora, hospedou em sua casa Eliezer, servo de Abraão.
2- Sunamita - generosa e piedosa, hospedou em sua casa Eliseu, um profeta de Deus.
3- A viúva de Sarepta - cheia de fé e muito hospitaleira, hospedou em sua casa Elias, um profeta de Deus.
4- Marta - trabalhadora, ativa e determinada, hospedou em sua casa Jesus e Seus discípulos.
5- Maria - cheia de fé e piedosa, hospedou em sua casa Jesus e Seus discípulos.
6- Lídia - batalhadora, evangelista, hospedou em sua casa o apostolo Paulo.

Que nós, como mulheres de Deus, possamos seguir os passos da hospitalidade que estas mulheres seguiram. Sejamos hospitaleiras!
Quantos homens ou mulheres de Deus você já hospedou em sua casa? Irmã, não espere que apareça um dinheirinho extra para você comprar toalhas novas, lençóis novos, mudar o conjunto da sala de visita... para você convidar alguém para a sua casa. Lembra da viúva que só tinha um pouco de azeite e um pouco de farinha para fazer o último bolo para ela e seu filho? E, mesmo assim, ela não se incomodou de ter em sua casa o profeta de Deus dando a ele aquela última porção de comida. Assim como Deus a abençoou, fazendo com que o azeite e a farinha se multiplicassem, Ele também a abençoará quando você tiver este mesmo espírito de hospitalidade.

Pela fé, Rebecka viajou 800 km com o servo de Abraão para se encontrar com Isaque, aquele que ela nunca vira mas que iria ser tornar o seu esposo. Ela não o conhecia mas sabia que o Senhor o preparara para ela.
Podemos imaginar o momento do encontro. Aqueles doces momentos do primeiro encontro com aquela pessoa especial que iria ser seu marido. Era um presente que o Senhor estava dando a ela. Ela estava feliz! A Bíblia nos diz que "... Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebecka, e foi-lhe por mulher..." (Gênesis 24:67).

Assim como Rebecka que deixou a sua família para unir-se a Isaque, nós também devemos deixar nossa família e acompanhar nosso marido para onde quer que ele vá. Lembremos que, depois de Deus, a pessoa mais importante da nossa vida é nosso marido. Devemos continuar amando nossos pais, cuidando deles mas nunca devemos colocá-los (como prioridade) na frente do nosso esposo.

Apesar de Rebecka ser feliz no casamento e ser uma verdadeira mulher de Deus, ela teve que enfrentar momentos difíceis em sua vida mas venceu a todos por causa da sua fé. Vários foram estes momentos mas destaquemos alguns...

1- Ter que se separar das pessoas que amava quando partiu para Canaâ, foi muito difícil para ela.
Ela partiu para esta terra distante sabendo que nunca mais veria nem seus pais nem seus irmãos mas, pela fé, ela conseguiu superar estes momentos.

2- Rebeca sabia que o que existia de pior em um casamento era o período de adaptação. Também pela fé, ela conseguiu se adaptar à vida de casada e era muito feliz.

3- Ela teve que passar vinte longos anos sem ter filhos. Ela era estéril e isto a deixava preocupada e angustiada. Mas ela decidiu levar as suas preocupações até o altar do Senhor e Ele ouviu a sua oração e, pela fé, ela ganhou do Senhor dois filhos gêmeos - Esaú e Jacó.

Apesar de tantos momentos de tribulação, Rebecka sabia que o Senhor a amava e queria que ela fizesse parte do Seu povo e de Suas promessas.
Ela confiou no Senhor e sabia que Ele estava com ela nos bons e maus momentos de sua vida.
Rebecka foi uma mulher trabalhadora, generosa e usada por Deus para realizar Seus propósitos.

mulheres da bíblia parte 11

   

                                                          MARIA 

“Mas o anjo lhe disse: Maria, não temas; porque achaste graça diante de Deus. Eis que conceberás e darás à luz um Filho, a Quem chamarás pelo nome de Jesus.” Lucas 1:30-31
Na época de Maria não era comum os homens conversarem com as mulheres, ainda mais anjos! Mas ao chamar-lhe pelo nome e lhe pedir para não ter medo, Maria confiou. E para se confiar, precisa-se crer de todo coração. Uma das coisas mais difíceis de se fazer… Sempre queremos dar um jeitinho, questionar alguma coisa, e ficarmos preocupadas. A reação de Maria já nos mostra porque ela fora escolhida por Deus para trazer Seu Filho ao mundo – ela creu. E você, crê que Ele lhe escolheu também?
Há três coisas na vida que nunca voltam atrás: a flecha lançada, a palavra pronunciada e a oportunidade perdida.

ex que a MONICA DARÁ A LUZ A UMA CRIANÇA ILUMINADA QUE RECEBERÁ O NOME DE ELOÁ REBECKA. QUE SERÁ FILHA DO DISCIPULO DE DEUS 
MICKO SILVA.